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Chico Xavier (2010)

Título Original: Chico Xavier

Gênero: Biografia

Data de Lançamento: 2010-04-02 Veja outras estreias de Abril 2010

Uma adaptação para o cinema que descreve a trajetória do médium, que viveu 92 anos desta vida terrena desenvolvendo importante atividade mediúnica e filantrópica. Fechava os olhos e colocava no papel poemas, crônicas e mensagens. Seus mais de 400 livros psicografados, consolaram os vivos, pre...

Uma adaptação para o cinema que descreve a trajetória do médium, que viveu 92 anos desta vida terrena desenvolvendo importante atividade mediúnica e filantrópica. Fechava os olhos e colocava no papel poemas, crônicas e mensagens. Seus mais de 400 livros psicografados, consolaram os vivos, pregaram a paz e estimularam caridade. Para os admiradores mais fervorosos, foi um santo. Para os descrentes, no mínimo, um personagem intrigante.

Diretor: Daniel Filho

Atores principais: Nélson Xavier, Ângelo Antônio, Matheus Costa

Escritor: Marcos Bernstein

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Notas

Críticas da comunidade

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5 Estrelas 45%
 
66
4 Estrelas 22%
 
32
3 Estrelas 12%
 
18
2 Estrelas 8%
 
12
1 estrela 11%
 
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Crítica especializada

Omelete - Mariana Bonfim

3.00

No inicio da década de 70 um programa entrou para a história da TV brasileira. Tratava-se de Pinga Fogo da extinta TV Tupi. Transmitido ao vivo, algo inédito para a época, tinha duração prevista de 60 minutos. Mas o convidado da edição de 28 de julho de 1971 fez o programa se estender por mais de 3 horas. Estava ali presente o médium, cristão e espírita Chico Xavier sendo sabatinado por jornalistas que tentavam desmascará-lo e apontá-lo como fraude. O carisma e a perspicácia de Chico em responder as perguntas, além de efetuar a primeira psicografia transmitida em rede nacional, ajudaram ainda mais na sua mitificação.

40 anos depois, uma nova obra audiovisual se propõe a humanizar o místico Chico Xavier, estreando justamente no dia em que este completaria 100 anos. O filme Chico Xavier (2010), com roteiro baseado na biografia do jornalista Marcel Souto Maior, As Muitas Vidas de Chico Xavier, se utiliza de trechos reconstituídos do Pinga Fogo como espinha dorsal da Leia mais

Fonte: Omelete - Mariana Bonfim

CineZen Cultural - André Azenha

4.00

Antes de tudo, considero importante informar o leitor que eu sou adepto da doutrina espírita.
Transformar a vida de alguém que fez bem e ajudou tanta gente, mas que teve sua imagem ligada a uma doutrina que não tem o apelo do catolicismo, nem possui o fanatismo da religião evangélica, num país como o Brasil, de tantas disparidades sociais, seria um risco tremendo.
Em âmbito comercial, o “bem”, no cinema, muitas vezes é encarado como brega e não atrai o mesmo público como cinebiografias de figuras controversas, bandidos, artistas maluquetes ou políticos. No campo religioso, sempre há o risco da polêmica e as carolas de plantão que atiram pedras em meio à nuvem de hipocrisia. Mas o diretor Daniel Filho, ateu, não deu bola e levou em frente o projeto de filmar a trajetória de Francisco Cândido Xavier, ou Chico Xavier, o mais famoso médium brasileiro, que faria 100 anos em 2010.
Autor de mais de 450 livros, Chico nasceu no interior de Minas Gerais, em 1910, jamais Leia mais

Fonte: CineZen Cultural - André Azenha

Cine Players - E. Franco Jr.

3.00

Quando escrevi sobre Lula - O Filho do Brasil, afirmei que deixaria de lado qualquer tipo de análise política em relação ao governo e que me ateria exclusivamente em comentar as qualidades artísticas do longa-metragem. O mesmo vale para Chico Xavier. Sem entrar no mérito do espiritismo e da existência ou não de vida após a morte, analisarei, aqui, apenas a história do mais famoso médium brasileiro e o modo como ela foi retratada.

Os trabalhos do diretor Daniel Filho costumam gerar controvérsia. Há os que consideram que o cineasta realiza cinema comercial de qualidade, e há a corrente que defende a total falta de conteúdo de seus filmes (suas obras recentes de maior sucesso foram Se Eu Fosse Você 1 e 2). Chico Xavier não se encaixa por completo em nenhuma das duas definições. Com problemas estruturais, a história não fracassa pela competência de Daniel Filho em dialogar com as massas. É impossível negar que sua mensagem chega ao público com facilidade e que, Leia mais

Fonte: Cine Players - E. Franco Jr.

Cinema10 - Bruno Marques

3.00

É totalmente assumida a postura de Daniel Filho de realizar filmes com grande apelo comercial, visando garantir boas cifras, principalmente das classes C, D/E da população, que tiveram, com o governo Lula, um aumento significativo em suas rendas. Esta estratégia vem dando bons resultados, vide a arrecadação espetacular da franquia Se eu Fosse Você e da adaptação da obra de Eça de Queiroz Primo Basílio.

Contudo, mais surpreendente que as performances nas bilheterias é a forma como o diretor consegue atrair público sem apelar para o folhetim televisivo, investindo em uma linguagem puramente cinematográfica. Seu novo longa, Chico Xavier, comprova que o diretor sabe discursar as grandes platéias, sem subjugar a capacidade de compreensão do público.

O roteiro é baseado no livro “As Vidas de Chico Xavier”, escrito por Marcel Souto Maior (O Outro Lado da Rua), segue os passos do médium desde sua infância até a velhice, construindo de forma observacional, um ret Leia mais

Fonte: Cinema10 - Bruno Marques

Criticos.com.br - Daniel SCHENKER WAJNBERG

Depois de investir no ramo da comédia escorada em quiproquós decorrentes de troca de identidade sexual, Daniel Filho mira num alvo certeiro em sua cruzada rumo ao sucesso: a vertente espírita. Nada mais adequado do que trazer à tona a trajetória do médium Chico Xavier. O resultado apresentado, em que pesem os problemas de estrutura e roteiro (de Marcos Bernstein, a partir do livro de Marcel Souto Maior), tem algum mérito, em especial pelo fato de o diretor evitar uma abordagem sensacionalista a partir de um campo temático notadamente popular. Chico Xavier é, em certos momentos, um filme em tom menor, distante da grandiloquência de produções como Olga .

Daniel Filho adota como espinha dorsal a entrevista concedida pelo médium ao programa Pinga-Fogo , da TV Tupi, no início dos anos 70. A partir daí, evoca, passo a passo, a jornada do personagem-título (interpretado por Nelson Xavier, Angelo Antonio e Matheus Costa), desde a infância solitária, na qual se refugiava Leia mais

Fonte: Criticos.com.br - Daniel SCHENKER WAJNBERG

Críticas da comunidade

 
pintopereira
Incrivel, Chico estará sempre entre nós.Se tivéssemos mais
homens como ele , esse Brasil seria bem melhor.
6 dias atrás
 
ROSELANEA maravilhoso e emocionante!
Chico Xavier é dos poucos cristãos que jamais precisaram de "títulos religiosos" (padre,pastor) para vivenciar o cristianimso e o amor ao próprio na essência do seu significado.
um filmaço!! a melhor parte?? a de Tony Ramos, no Julgamento sobre a morte do filho: onde ele emocionadíssimo diz: Eu sou ateu, mas tenho certeza que esa carta é do meu filho.
8 dias atrás
 
Maria.Goretti.Tanajura Maravilhoso documentário sintetizando a vida deste ser superior q foi o Chico Xavier...merece q esta obra prima seja completada com todos os fatos de sua vida...se n em um mas em quaNtos filme for preciso..divulgando assim o benefício de uma pessoa q viveu a caminho do bem.
um mês atrás
 
carlão tudo de bom!!!!
3 meses atrás
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