Avatar
Avatar
Sinopse
No futuro, Jake é o ex-fuzileiro naval paraplégico enviado a um planeta chamado Pandora. Lá, além da riqueza em biodiversidade, existe também a raça humanóide Na'vi, com sua própria língua e cultura, o que evidentemente entra em choque com os humanos da Terra.
Dados técnicos
| Gênero | Ação, Aventura, Fantasia, Ficção Científica |
| Data de Lançamento | 2009-12-17 Veja outras estreias de Dezembro 2009 |
| Duração | 162 minutos. |
| Ano de produção | 2009 |
| Diretor | John Refoua, Stephen Rivkin, James Cameron |
| Atores principais | Michelle Rodriguez, Sigourney Weaver, Sam Worthington, Giovanni Ribisi, Stephen Lang, Wes Studi., Lola Herrera, Joel David Moore, Zoe Saldana |
| MPAA classificação | PG-13 - Não Recomendado para menores de 14 anos |
| Sabe tudo sobre este filme | Pithon Como ser um especialista |
| Última modificação | jev233 (2 meses atrás) |
| Produtor | Jon Landau |
| Escritor | James Cameron |
| Editor | Stephen E. Rivkin |
| Música | James Horner |
| País | Estados Unidos da América · Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte |
Os melhores comentários e críticas
Comentários destacados da comunidade
Muito Ruim
Excelente
Crítica especializada
Brasil Cine Players - S. Pilau
Uma experiência visual e sensorial única, daquelas que apenas o cinema é capaz de proporcionar.
O ano era 1997. Após muitos meses de turbulenta produção, James Cameron finalmente se preparava para lançar o seu trabalho mais ambicioso. À época, contava-se que Titanic era o filme mais caro de todos os tempos e que jamais alcançaria nas b ... Leia mais Uma experiência visual e sensorial única, daquelas que apenas o cinema é capaz de proporcionar.
O ano era 1997. Após muitos meses de turbulenta produção, James Cameron finalmente se preparava para lançar o seu trabalho mais ambicioso. À época, contava-se que Titanic era o filme mais caro de todos os tempos e que jamais alcançaria nas bilheterias o retorno do investimento. Muitos imaginavam um desastre total e manchetes óbvias já eram criadas associando a palavra “naufrágio” ao – supunha-se – pífio desempenho da produção. Como hoje se sabe, a grande maioria estava enganada e Titanic fez história.
Ao longo dos anos, tornou-se possível analisar Titanic de forma mais distante, longe de todo o hype. Indiscutivelmente, a história do amor de Jack e Kate em meio ao naufrágio mais famoso de todos os tempos ganhou seus detratores, muitos deles apenas receosos em aplaudir um sucesso dessa escala. Titanic, porém, é um grande filme. Com problemas, sim, como momentos piegas e roteiro por vezes superficial, mas um filme que leva o espectador a uma viagem fantástica e a uma experiência única.
Pois Avatar, de certa forma, é como Titanic. Mais uma vez, a expectativa pelo produto final era alta. Mesmo que o material liberado até então não empolgasse, Cameron dizia se tratar de uma obra revolucionária, que poderia modificar o cinema daqui para a frente. Como há doze anos, muitos já asseguravam o fracasso do filme. Avatar, porém, para resumir em apenas uma palavra, é deslumbrante. Assim como Titanic, tem problemas narrativos típicos do cinema de Cameron, mas é uma obra incrível e empolgante, com grandiosidade poucas vezes igualada.
A história de Avatar se passa no futuro e leva o espectador a um planeta chamado Pandora, onde os humanos estabeleceram pequenas bases militares com o objetivo de obter um valioso minério encontrado apenas naquele solo. É lá que desce Jake Sully, militar preso a uma cadeira de rodas. Sully vai fazer parte do chamado programa Avatar, que o permite assumir o corpo de um Na’Vi, espécie habitante do local, para conhecer um pouco mais sobre os nativos. Aos poucos, Sully vai entrando em contato com a cultura e se identificando com aquele povo, ao mesmo tempo em que se apaixona por uma delas. Mas quando os militares declaram guerra aos Na’Vi, Sully precisa decidir o lado no qual quer lutar.
Muito se falou, ainda antes do lançamento, sobre a revolução tecnológica que Avatar iria causar. É difícil, no entanto, mesmo após assistir ao filme, mensurar o impacto que ele terá em produções futuras. Essa é uma daquelas afirmações que somente o tempo pode fazer. Revolucionário ou não, é inegável que se trata de uma imensa conquista e um filme espetacularmente bem feito. O CGI e a captura de performance atingem outro nível com Avatar, em um avanço nítido e claro até mesmo a olhares menos acostumados. Essa conquista fica muito clara quando se vê os personagens em tela: a fluidez de movimentos e as expressões faciais são absolutamente impecáveis. Cameron conseguiu, inclusive, eliminar os olhares vazios das criaturas, maior problema da tecnologia até hoje – pela primeira vez no cinema, os olhos de personagens gerados por computador parecem ter vida.
Ainda que essa seja o feito técnico mais significativo, é impossível não se maravilhar com o mundo que Cameron e sua equipe criaram a partir do zero. Pandora é um planeta construído de forma complexa, com fauna, flora e mitologia bem desenvolvidos, em um louvável exercício de criatividade e imaginação por parte do cineasta. Desde a floresta luminescente, passando pelos “insetos helicópteros” e chegando até as fenomenais montanhas flutuantes, Pandora surge na tela com uma riqueza absoluta de detalhes, fazendo este novo mundo realmente ganhar vida. Mais do que isso, o lado técnico da produção faz o planeta vibrar com cores e formas que realmente justificam a frase-clichê sobre “levar o espectador a outro mundo”.
E James Cameron aproveita tudo isso para fazer de Avatar um grande filme. Ainda que o roteiro não alcance o nível do restante, o diretor, responsável por alguns dos momentos mais icônicos do cinema nos últimos trinta anos, constrói cenas realmente capazes de tirar o fôlego da plateia, pela combinação da beleza visual com o aspecto poético das composições. São momentos como o de Neytiri hesitando atirar ao perceber a presença de um espírito livre ou a união entre ela e Jake em meio aos cipós brilhosos. A mais bela cena de Avatar, porém, na qual Cameron consegue realmente atingir a magia rara e única do cinema, é aquela com Neytiri segurando Jake em forma humana em seu colo: é o momento catártico e mais emocionante de todo o filme, no qual os dois personagens – e, por consequência, a plateia – compreendem a ligação existente entre eles. Simplesmente arrebatador.
Cameron, aliás, acerta também na forma como utiliza o 3D (por sinal, as legendas funcionam muito bem e deixam dúvida sobre os motivos que levaram à demora para se fazer isso aqui no Brasil). Sim, Avatar é visualmente espetacular e deve ser visto na terceira dimensão para uma experiência ainda mais completa, porém o cineasta não faz uso do recurso como um fim por si só. Não há momentos gratuitos: quem espera mãos “saindo” da tela ou objetos sendo “jogados” em direção ao espectador vai ficar decepcionado. Em Avatar, o 3D não serve para mascarar um filme sem ideias ou qualquer valor cinematográfico, mas como forma de tornar Pandora um mundo mais real e, assim, realçar o alcance da história e da jornada dos personagens.
Falando nisso, a trama de Avatar, apesar de ser o elo mais fraco do filme, oferece o subsídio necessário para que o filme atinja os objetivos propostos. O enredo não prima pela originalidade, seguindo uma estrutura já vista em diversas outras obras, como Dança com Lobos e O Último Samurai, pelo caminho percorrido pelo herói, e Matrix e Substitutos, no que concerne o programa Avatar. As semelhanças com o filme de Kevin Costner, porém, são mais gritantes, uma vez que os Na’Vi são retratados como uma espécie de indígenas: utilizam arco e flecha, não vivem em grandes construções e possuem forte ligação com a sua terra. Quando bem utilizado, como em Dança com Lobos e aqui, este conceito batido acaba fisgando o espectador: difícil não simpatizar com a jornada de um personagem que cresce ao se sentir parte de outro povo e outro lugar, decidindo lutar por tudo aquilo que acredita ser correto, mesmo contra suas próprias origens.
E essa é a trajetória de Jake Sully, o protagonista de Avatar. Quando o filme tem início, Sully é um ex-soldado paraplégico, que aproveita a oportunidade do programa Avatar para se sentir útil novamente. Esta, aliás, é mais uma excelente ideia de Cameron, que acaba por dar outra dimensão à história. A primeira vez que assume a pele de um Na’Vi, por exemplo, é interessantíssima: Sully se sente praticamente embriagado com a possibilidade de correr e sentir novamente as suas pernas que acaba indo contra as recomendações dos responsáveis pelo programa. Ao longo da projeção, a plateia acompanha a transformação sofrida pelo personagem, que começa a fazer parte daquele povo, em uma jornada construída de maneira eficaz, gradual, fazendo com que a mudança de Sully se torne crível ao espectador.
O mesmo vale para o desenvolvimento da relação entre Sully e Neytiri. Por vezes, ela parece apressada, como se pulasse etapas. No entanto, o romance entre os protagonistas funciona em termos gerais e a plateia não somente acredita nesse relacionamento como também torce por ele, o que é fundamental para que as cenas de batalha cresçam em termos de tensão e emoção. Alguns dos momentos nos quais os dois dividem a tela são belíssimos, colaborando para superar os deslizes do roteiro e da narrativa de Cameron.
Por outro lado, o cineasta acerta na mosca ao construir a mitologia dos Na’Vi. Seres fascinantes desde a sua compleição física, Cameron os apresenta como um povo extremamente unido e espiritualizado, cuja relação com a natureza e o mundo que os cerca é íntima – o que pode ser percebido pela ótima ideia da “ligação” entre eles e os animais. Os Na’Vi sentem a natureza, sabem que fazem parte dela e isso justifica os sacrifícios para protegê-la. Cameron aproveita esse lado da história para transmitir sua mensagem sobre o meio ambiente: ela pode ser óbvia e nada sutil, mas ainda assim é bela e faz completo sentido dentro da história. Da mesma forma, o roteiro ainda acha espaço para uma mensagem anti-guerra, inclusive criticando a política belicista norte-americana, como fica claro na frase: “Enfrentaremos o terror com o terror”.
Não obstante acertar em diversos aspectos, o roteiro possui sua gama de problemas, derrapando em certas simplicidades. Além daquelas já citadas, o texto de Cameron é limitado ao tratar tudo como se fosse preto e branco: os mocinhos e os vilões são bem definidos e, para piorar, estes últimos são tratados de forma unidimensional, sem qualquer espécie de desenvolvimento. Ao mesmo tempo, alguns dos diálogos pecam pela superficialidade, enquanto a história apela mais vezes do que necessário para situações deus ex machina, nas quais os personagens são salvos de última hora por alguma intervenção.
São falhas como essa que deixam Avatar um pouco abaixo da posição que a obra poderia ocupar na história do cinema. Ainda assim, é um grande filme, uma obra de incrível imaginação, cujas três horas passam a uma velocidade incrível. A riqueza nos detalhes e a grandiosidade da história são tamanhas que praticamente todas as cenas têm sua razão de existir. Assim como Titanic, Avatar possui alma e é realizado com tanta paixão que os problemas tornam-se pequenos perto do que é oferecido. Uma conquista magnífica e uma experiência visual e sensorial única, daquelas que apenas o cinema é capaz de proporcionar.
Por Silvio Pilau
17/12/200
Brasil Pipoca Combo - B. Ribeiro
Há 12 anos atrás, era lançado o longa Titanic, dirigido e escrito pelo diretor James Cameron. Assim como seus filmes anteriores, Exterminador do Futuro original e a sequência, True Lies e a continuação de Alien, o romance a bordo do transatlântico foi um grande avanço no que diz respeito à tecnologia de efeitos visuais da sétima arte. Uma ... Leia mais Há 12 anos atrás, era lançado o longa Titanic, dirigido e escrito pelo diretor James Cameron. Assim como seus filmes anteriores, Exterminador do Futuro original e a sequência, True Lies e a continuação de Alien, o romance a bordo do transatlântico foi um grande avanço no que diz respeito à tecnologia de efeitos visuais da sétima arte. Uma réplica em menor escala foi criada, por exemplo, para cenas que filmavam o navio por inteiro ou que se passavam em algumas partes específicas no exterior do mesmo. Outras réplicas foram feitas para as cenas do naufrágio onde, ao fim, foram adicionadas digitalmente água, fumaça e as pessoas que morriam durante a tragédia. Entretanto, mesmo diante da magnitude de seu último filme, Cameron conseguiu, em termos de efeitos visuais, superar a si mesmo na megaprodução Avatar.
Seguindo a linha sci-fi que marcou os primeiros trabalhos do diretor, o longa acompanha a história de Jake Sully (Sam Worthington), ex-fuzileiro naval que se tornou paraplégico durante uma guerra na Terra. Porém, depois da morte do irmão gêmeo, Jake é o único que tem um DNA compatível para controlar a réplica artificial – conhecida como Avatar – da raça extraterrestre Na’vi e, assim, se infiltrar no pitoresco planeta Pandora a fim de coletar as informações necessárias para os humanos. Entretanto, diante do novo mundo a sua frente e da cultura e costumes dos Na’vi, Jake se vê entre ajudar os humanos ou lutar ao lado dos extraterrestres para proteger Pandora.
Foram construídas para o filme réplicas quase perfeitas dos bustos dos atores principais com características Na’vi (como orelhas pontudas e crânios maiores). Além disso, uma nova tecnologia foi utilizada para capturar as expressões de face e dos olhos dos atores: uma versão melhorada do efeito que criou, por exemplo, a criatura Gollum na trilogia O Senhor dos Anéis, o qual consistia em vários pontos ligados ao corpo do ator que seriam usados para criar o movimento da criatura. Com a técnica aprimorada de Cameron, que envolve ainda uma espécie de capacete com uma microcâmera na frente focando o rosto de quem o utiliza, os movimentos e expressões do elenco são capturados quase 100% e transportados para os personagens azuis. Desta forma, diferentemente do que acontecia com a criatura da Terra Média, em Pandora, os atores que ‘encenam’ os Na’vi podem ser prontamente reconhecidos, o que ajuda na identificação com os mesmos.
Para encarnar a raça azul de Pandora, cada personagem precisa se deitar em uma espécie de câmara e fechar os olhos, como se fosse dormir. É, portanto, interessante notar que ao fecharem os olhos, tais personagens são transportados para um mundo completamente novo que só poderia existir em sonhos. Pandora é talvez o melhor universo já criado para o cinema. Com uma fauna hostil – e de uma complexidade física que deve ter tirado noites de sono da equipe de efeitos – e uma flora de encher os olhos – das mais simples sementes flutuantes às duas árvores principais de Pandora, o planeta possui os mais belos tons já postos junto, como o roxo vibrante dos céus e o azul quase fluorescente de algumas plantas. O ambiente é tão encantador e belo que nem ao menos chegamos a questionar o personagem de Sam Worthington quando o mesmo pára durante uma expedição para brincar com flores que murcham em espiral quando tocadas ou quando ele se distrai em uma conversa com plantas cujas folhas ficam fluorescentes quando apertadas.
Não só a equipe de efeitos visuais está de parabéns, mas também aquela responsável pela criação da cultura Na’vi. Embora muito tenha sido mostrado ao longo do filme sobre a raça de três metros, ao final dos rápidos 161 minutos de projeção ainda há uma sensação de que poderíamos aprender muito mais com aquela maravilhosa espécie se tivéssemos tempo. Além disso, a língua Na’vi, embora soe estranhíssima, é usada ao longo da trilha sonora de James Horner (que também compôs Titanic e Aliens) em curtos corais. As composições de Horner são, ainda, perfeitas para cada momento do longa, dos afetos e amor entre Jake e Neytiri (Zoe Saldana) às cenas da épica guerra final. Por outro lado, a música-tema do projeto, “I See you”, distoa do filme em sua totalidade por focar em um dos aspectos secundários da trama.
Mesmo com as limitações que o uso da tecnologia de Cameron traz, Sam Worthington, Zoe Saldana e Sigourney Weaver conseguem dar a seus personagens a profundidade e emoção desejada em cada cena, tendo Zoe Saldana conseguido emocionar mesmo como Na’vi nativa. Contudo, o destaque fica por conta de Stephen Lang e seu raso vilão, Quaritch, que possui as falas mais divertidas do longa (“Não está acabado enquanto eu estiver respirando.”)
Diferente do trabalho anterior de Cameron como roteirista, o atual projeto do diretor não se baseia exclusivamente em um romance sem sal. Há romance, sim; porém ele é agora natural e apenas um dos fios condutores da trama. O que move a trama é a ambição dos humanos em relação às riquezas de Pandora, o que de certa forma remete a prática colonialista comum de séculos/anos atrás. Ainda, embora não comentado expositivamente ao longa da história, há referências claras à destruição natural causada pela chegada do homem (algo emblematizado pela cena da Árvore-casa, “Hometree” no original) que podem ser inferidas a partir de certas falas, como “Eles mataram a Mãe deles. Agora vão matar a de vocês.” Todavia, o roteiro e o desenvolvimento do mesmo contém falhas difíceis de ignorar e que soam, de certa forma, maniqueístas – sendo um bom exemplo o fato de uma certa arma ser usada contra um certo helicóptero (se é que se pode chamar assim) e não surtir efeito e, cenas depois, em uma situação contrária, a mesma arma funcionar contra um veículo voador do mesmo tipo do outro.
É, porém, altamente aconselhável que o filme seja assistido, se possível, em algum cinema em 3D. A tecnologia, que vem sendo altamente utilizada atualmente, atinge com o diretor James Cameron um novo significado. Nada de objetos sendo lançados em direção à câmera para lembrar o espectador de que ele está assistindo a um filme 3D. O que se vê aqui são efeitos em terceira dimensão singelos e que surgem naturalmente – o 3D é criado em função da narrativa e não o contrário. De pequenos mosquitos voando, sementes flutuantes e cinzas a curtas cenas de perseguição na floresta, o 3D é tudo menos evasivo.
Inovação é a palavra de ordem em Avatar. Inovando desde os efeitos especiais até a nova tecnologia 3D, o longa prossegue lançando o espectador cada vez mais para dentro do universo particular concebido na mente do diretor, sem com isso perder o fio da meada da trama. Diz-se que talvez haverá sequências para o filme. Depois de ver a pequena porção de Pandora que vi, não posso negar o gostinho de querer conhecer mais daquele maravilhoso planeta. Em todo caso, eu Vejo vocês lá.
Por Breno Ribeiro
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Incrível!
1. James Cameron não sabe fazer coisa pequena, gosta de coisas grandes, ele já tinha inovado em exterminador do futuro 2 quebrando um helicoptero real e com um orçamento na epoca recorde 8 milhoes de dolares, depois vieram outros grandes filmes que inovaram nos efeitos especiais e históricas como True Lies, e o grande (não para mim) titanic onde além do grande orçamento recriou um titanic com as medidas aproximadas do real, os mexicanos ainda se queixam que depois das filmagens o lixo ficou, agora avatar é o apice, recorde de bilheteria, efeitos especiais, historia.
2. A historia não é muito creativa desde o ponto de vista originalidade, nos vivemos nossa época de n'avi antes da colonização espanhola e portuguesa, apenas, que no filme o final é favoravel para os nativos, a questão ambiental, camuflada no filme não é novidade, e o corporativismo acima de tudo é uma tendencia nos filmes futuristas, já vimos em filmes como Alien, lembrem de bishop em aliens o resgate do proprio Cameron, recentemente o fracasso de tekkem, ou obscuro a era da escuridão. Então temos uma reciclagem de personagens, historias, atores que para falar a verdade, foi muito bem planteada.
3 A tematica ambiental está muito bem trabalhada, lucroXrecursos ambientais "podemos topar com uma samambaia sagrada" para os n'vi deus é o que na realidade é, a natureza, e vivem sustentavelmente, não como nós, apenas pela acumulação do capital (muito menos como James Camerom).
4. As atuações são otimas, muito bem interpretadas para cada papel, especialmente para a Sto Te. Ripley, digo para Sigounery Weaver, inégável fazer a ligação entre os dois papeis.
5. Porque perdeu o Oscar, eu vou contar, Um filme que defende o nacionalismo americano "... se ouvesse mais expertos em desarmar bombas não teria tanta gente morta" uma das falas finais da personagem titã de guerra ao terror onde comprendemos a natureza do filme, nacionalismo americano, defesa dos int